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sexta-feira, abril 19, 2013

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Antena móvel, anos 80/90 e agora...

Nos anos 80/90 a instalação de rádio e antena em Estações móveis não era problema, bastava colocar a maria-mole no para-choques, instalar o Motoradio 23 canais no painel, e chamar aquele amigo que tinha o Cobra 148 GTL para aferir a ROE. A diversão estava garantida quanto à instalação.
Era chique demais um Cobra 148 GTL no painel... além do sinônimo de estatus.
Com o passar dos anos essa perspectiva mudou, e os automóveis vieram lentamente substituindo o metal do para-choques pelo plástico, e o layout dos veículos foram ficando arredondados, impedindo física e esteticamente o uso deste tipo de antena, inclusive o rádio, que perdeu seu espaço abaixo do tabelier.
Os carrinhos de controle remoto tamanho familia foram gradativamente sumindo das ruas...
FORD LANDAU 1976
20/30 anos depois, a garantia de diversão para quem é do rádio se tornou garantia de quebra cabeças, e a amolação começa quando você tem que escolher o tipo de suporte para fixação da antena, logo depois, a novela de qual antena escolher, e qual antena poderia oferecer o mesmo rendimento de uma maria-mole, que sabemos, nenhuma conseguiu "até hoje". Não acaba por ai, ainda tem que escolher onde instalar o suporte e a antena, caso contrário, vai sofrer com perda de rendimento e estacionária. Oh luta!
As antenas que faziam sucesso eram acompanhadas do suporte magnético, mas não é por causa do suporte, e sim por conta do local onde a antena é instalada, no teto, no centro do teto, fazendo com que a antena seja omnidirecional por localização da instalação, ou seja, trabalhe bem para todos os lados, ao passo que uma antena instalada no canto traseiro do teto ou no para-choques faria uma alusão a antena L.
Pode reparar que as antenas de V/UHF do serviço de segurança pública (PM) é exatamente no centro do teto, facilitando em partes a comunicação das viaturas com as estações repetidoras.
Em caso de dificuldade em baixar a ROE de sua antena, antes de cortá-la e inutilizá-la por mau uso, mude o local da instalação. Experimente o teto e evite aborrecimentos. Se quiser facilitar a vida, faça como eu, adquira a antena Steelbras Slim, que é blindada, e não sofre interferências extenas por aproximação de metais.
73s
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4 comentários:

Rondon Neto disse...

Essa loja que voce sugere pra comprar a antena, 'e boa? porque o preco ta muito barato.

André Luiz disse...

Comprei nessa loja, e não tenho uma vírgula para reclamar, pelo contrário.
73s

Ernestus disse...

Caramba, o Landau 1976 da foto me lembra o que o meu pai possuiu. A diferença fica só por conta da cor, já que o dele era branco.

Hoje em dia a antena maria-mole parece ter ficado restrita aos caminhoneiros e a quem tem carro antigo. O meu veículo do dia-a-dia é um valente Fusquinha, cujo parachoque traseiro parece ter sido feito especialmente para receber uma maria-mole... rsrsrsr...

Mesmo assim, por causa das limitações impostas pela altura da garagem do prédio, optei por uma Aquário B-2070, que obviamente tem menos ganho, mas pode ser facilmente dobrada ou removida, ficando só o suporte de calha ìnstalado pouco acima da grelha traseira.

Cortei a haste na medida sugerida pelo manual, mas tive problemas para ajustar a estacionária. Com medo de inutilizar a haste, reposicionei a antena no veículo e fiz um "choque de RF" com o próprio cabo coaxial, produzindo uma leitura de cerca de 1:1.1 no medidor. Estou ciente de que tal procedimento possa estar apenas "enganando" o rádio, ou seja, produzindo uma leitura baixa em detrimento do rendimento, mas até agora tenho conseguido um alcance considerável com meu pequeno Alan 78 Plus.

O único "senão" tem ficado por conta do intenso ruído proveniente do sistema de ignição. Já tentei de tudo, eliminei por completo o ruído produzido pelo alternador, mas os estalos da ignição continuam bastante fortes.

Talvez, se eu passar o coaxial por fora do cofre do motor, o ruído diminua um pouco, mas o Fusquinha não deixa muitas alternativas: o motor é atrás do carro e não há aberturas para dentro do veículo que não estejam próximas das fontes de barulho.

Em suma: o conjunto rádio/antena parece estar equilibrado e com rendimento honesto. Qualquer melhoria que porventura possa ser feita colide com o meu limitado conhecimento de causa.

André Luiz disse...

alemaotubarao@hotmail.com

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TVi é um dos problemas mais sérios que o radio-operador pode sofrer. Pensando nisso, aqui vai algumas dicas seguras sobre como evitar este problema.

1º Cabo: Tem gente que acha que é só soldar o fio no conector e está tudo certo. Ledo engano!

Antes de soldar o conector, certifique-se que a malha esteja totalmente prateada, brilhando. Caso não esteja, substitua o cabo, ele está oxidado. "É a ação do tempo".

2º Conector: Verifique a qualidade do conector no ato da compra, e caso seu conector esteja a anos sendo utilizado (ou guardado), passe uma lixa fina por dentro no local onde encaixa a malha. Não deve haver nenhum tipo de sujeira ou sinal de oxidação.

3º Conector fêmea do rádio: Utilize uma chave de estria tamanho 19 e aperte a porca. Mal contato é um problema sério. Verifique a solda interna após o reaperto.

4º Não utilize antena tipo 5/8 caseira entre prédios e condomínios que estejam em locais mais altos que sua estação à distâncias menores de 10 metros. Lembre-se que a antena 5/8 irradia em ângulo reto, e a antena de tv do vizinho pode ser aquele famoso "bombrill".

Escolha sempre antena 5/8 industrial. Se for caseira utilize 1/4 de onda, pois seu lóbulo de irradiação aponta a ionosfera, ao invés do horizonte, como no caso da 5/8.

5º Não abra o ALC do equipamento. O ALC libera espúrios. Ao abrir potência do equipamento mantenha a proteção ALC. Da mesma forma que fazemos em nosso laboratório. Isso é imprescindível. Abrir ou aumentar potência não tem nada a ver com liberar ALC. Isso é para incompetentes e palitadores. Se abrir a potência do equipamento lembre-se de deixar o ALC atuando.

6º Estacionária: Nunca se esqueça que estacionária baixa não tem nada a ver com ressonância. A antena pode estar com roe ótima em determinado local, mas ressonar lá na casa do...

7º Identificar o "plano terra": Plano terra não tem nada a ver com antena plano terra. Você deve saber onde é o plano terra de sua estação, e o mesmo não tem nada a ver com o solo. Descobrindo o plano terra, a partir dele você saberá qual é a altura ideal para sua antena. Respeitando esta regra, além do rendimento otimizado de sua Estação, jamais correrá riscos de TVi. Dúvidas?

Consulte-nos.

→ Power RF Aprenda ↓

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Como saber a potência correta sem ser enganado?

Primeiro, pesquise sobre o DATASHEET do transistor do seu rádio, leia a respeito, verifique a potência máxima levando em consideração a voltagem do transistor. A base de cálculo é a fonte de alimentação, então o parâmetro é 13,8 volts.

Se apresenta 8A de consumo em amperímetro digital "com congelamento de pico máximo", basta multiplicar 13,8v por 8A e o resultado dividir por 2.66, eis a potência correta, que são 41,5 watts de envelope - PEP. Em miúdos, no assovio tem que dar 41,5 watts, e na modulação 60% por conta do péssimo modulador original, então restam quase 25 watts de modulação real. Viu porque não adianta palitar? Girar ou abrir posição de trimpot apenas gera mais calor, e calor é igual a perda. Quanto mais se aquece o transistor, mais fecha a entrada de gate quando aquecido, e por isso você precisa alterar alguns componentes na saída, porque eles impedem o rendimento da potência final (isso só serve para rádios PX).

Um rádio na atualidade - 2015 - original apresenta 20w PEP SSB em média, então você tem 13,8v X 4A de consumo, que é = 55.2w Dividido por 2.66 = 20,75w efetivos. Ou seja, fonte de 5A para esse rádio original toca com folga.

Rádios com upgrade apresentam consumo entre 12A e 16A "em média" para mais, então você tem 13,8v X 12A = 165,6W em calor (em perda) divididos por 2,66 = +- 60w que representa o % aproveitável, e em média máxima "para 13,8v". Com voltagens DC to DC na alimentação, essa potência pode ultrapassar os 100 watts aproveitáveis, mas não há área de dissipação, então não recomendo. A bem da verdade, eu literalmente pago para ver alguém conseguir reproduzir o sistema que patenteamos, DC to DC.

Se utilizar bateria de 12v, o consumo em amperagem é maior. Quanto maior a voltagem, menor consumo em amperagem, quanto menor voltagem, maior consumo em amperagem.

By: Lei de Ohm.

Medições fora deste parâmetro são equivocadas.

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→ Dica de Segurança

A vantagem do Rádio na estrada, além da possibilidade de fazer grandes amigos, é saber o que está acontecendo lá na frente. Um possível deslizamento, bloqueio de pista, uma possível blitz falsa, assaltos, áreas perigosas, carros suspeitos e acidentes. Na verdade, o operador da Faixa do Cidadão precisa de muita malícia, porque em todo lugar haverá maldade e oportunismo. Já houve caso de amigo que quase foi morto em emboscada armada através de convites feitos na própria faixa. Pessoas que se passaram por radio-operadsores o chamaram para tomar um café e o mesmo foi, sem maldade nenhuma, mas estavam na verdade de olho em sua carga de remédios, relata João, Estação Cachorro Louco (Juiz de Fora MG). Portanto amigos, é possível sim fazer do rádio um ambiente saudável e seguro, basta denunciar quaisquer irregularidades e ficar atentos a desvios de conduta. Aproveite e faça sua parte, seja cordeal, e não se misture com radio-operadores que desrespeitam a faixa utilizado linguajar de baixo calão. Em caso de problemas, procure um posto da Polícia Rodoviária Estadual/Federal.

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